Delegado Rubens César Garcia Jorge e investigador Ricardo Aurani, da DIG esforço para elucidar crime.
Delegado Rubens César Garcia Jorge e investigador Ricardo Aurani, da DIG esforço para elucidar crime.

J. O. L. estava foragido e foi encontrado na cidade mineira de Luz; crime ocorreu em Avaré no mês de junho do ano passado.

Foi preso no último dia 9 de janeiro, na cidade mineira de Luz, a 200 quilômetros da capital Belo Horizonte, mais um integrante do bando suspeito de roubar e matar com um tiro na cabeça, no mês de junho de 2012, em Avaré, o árbitro da Federação Paulista de Futebol Cleverson Inácio.

J. O. L., de 28 anos, foi localizado e preso por policiais militares. Durante a abordagem, ele tentou se passar por outra pessoa fornecendo uma certidão de nascimento falsa, mas depois revelou sua verdadeira identidade. J. tinha a prisão preventiva decretada e encontrava-se foragido desde o ano passado.

Responsável pelo caso, a Delegacia de Investigações Gerais de Avaré (DIG) enviou policiais até o município mineiro para fazer a escolta do acusado, que permanecerá preso durante o andamento das investigações.

A DIG trabalha agora para encontrar Ednilson Rodrigues de Souza Soares, conhecido como “André”, outro integrante do grupo, que está com prisão preventiva decretada. Com extensa ficha criminal, inclusive com passagens por roubo, “André” é apontado pela Polícia como o autor do tiro que matou Inácio.

LATROCÍNIO – A hipótese de latrocínio (roubo seguido de morte) foi logo cogitada já que Inácio teve alguns objetos pessoais roubados, como documentos, cartões de crédito e um laptop. Foi por meio desses pertences, inclusive, que os policiais conseguiram chegar até duas mulheres que serviram de “isca” para atrair o árbitro até o local onde foi assassinado. Ambas também foram presas.

O corpo de Cleverson foi encontrado a cerca de 10 metros de seu carro, que estava estacionado às margens de uma estrada que dá acesso à Fazenda Santa Tereza. Um morador da propriedade rural viu o corpo e acionou a Polícia.

Natural de Londrina, o árbitro de futebol também trabalhava como representante comercial de uma fábrica de roupas na cidade de Jaú e estava em Avaré para fazer entregas. Ele era casado e tinha duas filhas.

Texto: Setor de Comunicação Social da Seccional de Avaré

Fotos: Polícia Civil/DIG de Avaré